É a faixa de multa quando o fiscal não encontra evidência de controle de exposição ao frio. Reincidência dobra.
Câmara fria é um desafio.
A gente cuida pra que vire só rotina.
Beacons no crachá, antenas no teto e um sistema que cronometra, avisa e registra tudo em tempo real. Sua operação cumpre NR-36, NR-15 Anexo 9 e CLT Art. 253 sem planilha, sem cronômetro, sem improviso.
Diagnóstico gratuito Sem compromisso Resposta em até 1 dia útil
Três números que pesam quando o fiscal toca a campainha.
Câmara fria é um dos ambientes mais fiscalizados pelo Ministério do Trabalho — e os indicadores raramente jogam a favor de quem ainda controla pausa térmica no papel.
Um trabalhador encontrado sem assistência dentro da câmara é o bastante pra o MTE interditar a produção.
Em auditoria, papel preenchido pelo supervisor não comprova compliance. Só registro imutável vale.
Câmara fria não é problema de um cargo só.
A mesma falha de controle aparece de três jeitos diferentes — e cada cargo precisa de uma resposta. A boa notícia: uma única solução resolve para todos.
Risco que vira processo.
- Multa NR-36 entra no balanço como passivo recorrente.
- Um único acidente trava a operação por dias e gera processo trabalhista.
- Reputação no setor é decidida em uma fiscalização — e ninguém escolhe quando ela chega.
Norma exigida, evidência ausente.
- NR-36 exige controle de permanência e pausa térmica — registrado e auditável.
- Planilha preenchida à mão não comprova compliance em fiscalização.
- Falta um registro imutável, com data, hora e identificação do trabalhador.
Supervisor virou fiscal de relógio.
- Líder gasta turno cronometrando entrada e saída — em vez de operar.
- Pausa térmica vira "boca-a-boca", sem padrão entre turnos.
- Ninguém tem visibilidade em tempo real de quem está dentro agora.
Em quatro passos, sem ação humana no meio.
A Ionguard combina hardware homologado e software de localização indoor pra fazer o que planilha nenhuma consegue: medir o tempo real de exposição ao frio, com prova.
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Beacon no crachá
Cada trabalhador recebe um beacon BLE — discreto, leve, pendurado no crachá. A bateria dura meses, resiste a temperaturas abaixo de -20°C e não precisa de carga diária.
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Antenas no teto
Antenas instaladas dentro e fora de cada câmara captam o sinal BLE em tempo real. Funcionam offline, sem depender de WiFi industrial.
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O sistema sabe quem, onde e há quanto tempo
Cada entrada e saída é detectada automaticamente. O cronômetro começa quando a pessoa cruza a porta — não quando alguém anota na planilha.
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Avisa, alerta e registra
Antes do limite NR-36, o trabalhador é avisado. No estouro, o supervisor é alertado. Tudo é registrado com hora, identificação e hash — vale como evidência em auditoria.
NR-36 não é checklist no papel — é evidência em tempo real.
A Ionguard foi desenhada em cima do texto das três normas que regulam câmara fria no Brasil. Cada exigência tem uma resposta automática no sistema.
Pausa térmica obrigatória para trabalhadores expostos a frio artificial — com controle de tempo de exposição e registro.
- Cronometragem automática por trabalhador, por câmara, por turno
- Pausa de 20 min a cada 1h40 (regime de até -4°C) calculada e registrada sozinha
- Relatório de conformidade exportável a qualquer momento
Tempo máximo de exposição contínua varia conforme faixa de temperatura. Operações abaixo de -10°C exigem controle apertado.
- Identificação automática do regime térmico por câmara
- Aviso ao trabalhador antes do limite de exposição contínua
- Histórico de exposição por colaborador para laudo de insalubridade
A cada 1h40 de trabalho em ambiente frio, 20 min de descanso fora do ambiente, computados como trabalho efetivo.
- Pausa térmica registrada com hora de início e fim
- Validação automática se a pausa foi suficiente (≥20 min)
- Evidência probatória em caso de fiscalização ou ação trabalhista
O sistema gera o laudo PDF assinado com hash chain automaticamente, com toda a cronologia do turno. Vale como prova em fiscalização do MTE e em laudos de insalubridade.
Câmara fria muda de forma conforme o setor.
A mecânica é a mesma — beacons, antenas e cronometragem automática. Mas a dor, o regime e o que entra no relatório são diferentes em cada indústria. Veja como a Ionguard se adapta.
Regime crítico Frigorífico
Abate e processamento de carneRegime severo abaixo de -10°C, NR-36 sob fiscalização constante.
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Multi-câmara Laticínio
Queijos, iogurtes e maturaçãoMúltiplas salas com regimes térmicos diferentes — controle manual é inviável.
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Alto turnover Supermercado
Câmaras de retaguarda do varejoVolume alto de entradas e saídas curtas, sem registro nenhum.
Ver detalhes
Alta regulação Logística farma
Cadeia fria de medicamentosGLP, ANVISA e NR-36 ao mesmo tempo — sem margem para erro.
Ver detalhesEm 90 segundos, descubra o seu cenário de NR-36.
Responda 6 perguntas sobre sua operação. Calculamos o regime aplicável, estimamos sua exposição diária ao frio e indicamos por onde a Ionguard começaria. Sem custo, sem compromisso.
Seus dados são tratados conforme nossa Política de Privacidade (LGPD). Nada é compartilhado com terceiros — apenas com o time comercial da Iongrade.
Relatório que vale em fiscalização. Sem precisar argumentar.
Planilha preenchida pelo supervisor pode ser questionada. Registro com hash criptográfico, assinatura digital e cronologia imutável, não.
- Hash chain criptográfica
Cada evento gera um hash que encadeia o anterior. Alterar um registro quebra a cadeia inteira — auditável em segundos.
- PDF assinado digitalmente
Relatório mensal ou sob demanda, assinado eletronicamente. Mesmo padrão aceito pelo MTE em fiscalizações.
- Cronologia completa do turno
Cada entrada, saída e pausa registrada com data, hora, identificação do trabalhador e da câmara. Nada some, nada se altera.
- Exportação a qualquer momento
PDF, CSV e API REST. Engenharia de SST, jurídico ou auditoria interna acessa o que precisar sem pedir ao TI.
Dúvidas que aparecem antes de fechar.
Respostas diretas para o que diretores, SST e operações costumam perguntar nas primeiras conversas. Se a sua dúvida não estiver aqui, dispara pelo WhatsApp — a gente responde rápido.
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O que é a NR-36 e a quem ela se aplica?
A NR-36 é a Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho que trata de segurança e saúde em empresas de abate e processamento de carnes e derivados. Ela inclui regras de pausa térmica para trabalhadores expostos ao frio artificial — e na prática vem sendo aplicada também por analogia a outras indústrias com câmara fria (laticínios, supermercados, logística farma).
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Como funciona a pausa térmica obrigatória em câmara fria?
A combinação NR-36 + NR-15 Anexo 9 + CLT Art. 253 define o tempo máximo contínuo de exposição ao frio conforme a faixa de temperatura. Em regimes de até -4°C, são 1h40 de trabalho seguidos de 20 min de descanso fora do ambiente, computados como trabalho efetivo. Abaixo de -10°C, o tempo contínuo cai para 1h. A Ionguard calcula automaticamente o regime de cada câmara e cronometra cada trabalhador.
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A Ionguard precisa de WiFi industrial dentro da câmara fria?
Não. As antenas BLE comunicam com um gateway próprio na operação, que então sincroniza com o servidor. Funciona em câmaras sem cobertura WiFi, e mantém detecção mesmo durante quedas momentâneas de internet — sincroniza quando a conexão volta.
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O beacon resiste a temperaturas abaixo de -20°C?
Sim. Os beacons são homologados para uso industrial em -25°C contínuos, com bateria nominal de 12+ meses. O sistema monitora a saúde da bateria de cada beacon e avisa o supervisor antes do nível crítico — você nunca perde monitoramento por bateria fraca surpresa.
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Quanto tempo leva para implantar a Ionguard numa câmara fria?
De 4 a 6 semanas, do levantamento técnico até o sistema rodando em produção, dependendo do número de câmaras e da complexidade da operação. Etapas típicas: mapeamento, instalação das antenas, distribuição dos beacons, treinamento dos supervisores e dois turnos de homologação supervisionada.
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O sistema funciona offline, sem internet na operação?
Sim, em modo edge. O gateway local mantém detecção, alertas e registros mesmo se a internet cair. Quando a conexão volta, todo o histórico sincroniza com o servidor central — sem perda de dados e sem ruptura na cronologia do turno.
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O relatório da Ionguard vale como prova em fiscalização do MTE?
Sim. Cada evento (entrada, saída, pausa) é gravado com data, hora, identificação do trabalhador e da câmara, e encadeado a um hash criptográfico. O PDF mensal é assinado digitalmente e mantém a cadeia de evidência exigida pelo MTE. Vale também em ações trabalhistas e laudos de insalubridade.
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E se o trabalhador esquecer o crachá em casa?
O sistema detecta a presença pela contagem visual da câmara e dispara um alerta para o supervisor: "trabalhador não identificado dentro da Câmara X". Você decide se libera a operação com registro avulso (em nome do supervisor) ou se exige o crachá antes de entrar — a política é configurável por site.
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Funciona para operação com 1 câmara fria só?
Funciona, sim. A arquitetura Ionguard é a mesma para 1 ou 100 câmaras — só muda o número de antenas e beacons. O ticket para operações pequenas é proporcional, e o ROI vem da eliminação da multa potencial NR-36 e da liberação do supervisor para focar em produção.
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Quanto custa a Ionguard para câmara fria?
O investimento varia conforme o número de câmaras, trabalhadores, faixa de temperatura e nível de integração com sistemas internos (ERP, ponto eletrônico). Em vez de uma tabela genérica, preferimos partir do seu cenário real — o diagnóstico gratuito de 90 segundos já indica a ordem de grandeza, e o comercial fecha a proposta detalhada em até 1 dia útil.
A câmara fria não vai esperar.
O fiscal também não.
Em 1 dia útil você sai com um diagnóstico técnico do seu cenário e uma proposta sob medida. Diagnóstico gratuito, sem compromisso.
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